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— No episódio anterior de Drama Total O Castelo Assombrado! — Aurora mostra cenas do episódio anterior em seu telão. — Vicky e Violette decidiram fazer uma “visita” aos Golfinhos, e a coisa não acabou nada bem. Rocky jogou o suco de cenoura dos Gorilas em Vicky e foram eles mesmos que acabaram pagando o pato. No final, os Gorilas falharam de qualquer jeito no desafio e os Golfinhos venceram mais uma vez. — A cena onde Logan é arrastado pelos estagiários é vista. —  Hoje teremos uma grande caça, fique ligado em DRAMA! TOTAL! O CASTELO ASSOMBRADO! — A cena corta para a entrada principal.

— Com a eliminação do Logan, vocês são os dez competidores restantes a chegarem na metade da caminhada na competição. — Aurora diz com excitação. — As três equipes se tornarão uma, além disso, vocês serão separados em dormitórios leste e oeste, e os perdedores não precisarão passar uma noite no porão.

— Deixa eu ver se entendi, isso quer dizer que nós vamos ter que dormir no mesmo quarto que a Vicky? — May pergunta, arqueando as sobrancelhas.

— Sem causar baderna, de agora em diante é cada um por si! — Aurora cruza os braços. — Depois que todos se instalarem, vou anunciar o desafio. E prontos para uma boa notícia? No desafio de hoje, ninguém será eliminado.

Formando uma fila para o dormitório leste, Violette entra, seguida de Vandella, May, Rocky, Vicky, Catherine e Penny. O quarto não tinha nada a ver com os quartos com o qual já estavam acostumados, era luxuoso, despertando sorrisos ambiciosos de Vicky e Violette. O quarto era extenso, a parede a frente tinha um papel de parede dourado com espelhos abaixo, enquanto as outras paredes eram apenas brancas. As camas eram beliches cobertas por um tecido azul macio, com almofadas com texturas vintage. No meio do quarto, um armário branco com um abajur e perfumes caros, e no teto, um lustre de cristal que irradiava todos os cantos.

— Finalmente um quarto à altura! — Vicky diz, apalpando a fronha do travesseiro. — Eu e Violette vamos dividir essa beliche, e é melhor que vocês não cheguem perto, não confio na integridade de todos daqui. — Ela disse com um olhar de desprezo para Rocky.

— Como a Aurora conseguiu transformar aqueles três quartos em dois novos quartos? — Violette pergunta, coçando a cabeça.

— Do mesmo jeito que ela conseguiu controlar as paredes e o teto com o tablet enquanto nós estávamos dentro, idiota! — Rocky disse enquanto se apoiava na parede.

— Eu espero que nós tenhamos uma boa convivência... — Catherine diz com um ar depressivo, deixando suas malas na mesma beliche de Vandella.

No confessionário — Eu sei que pode parecer meio hipócrita isso, mas por que a Vicky tem que ser tão má? O intuito da competição pode até ser individual, mas amizade é uma coisa especial. — Catherine abaixa a cabeça e o confessionário acaba.

— O que foi, Cathy? Por que você anda tão borocoxô? — Violette pergunta, sentando na cama.

— Ultimamente eu venho colocando muita pressão em cima de mim mesma, mais do que eu posso aguentar, sabe? Me culpando por algo que não foi só culpa minha... — Ela bufa. — Eu tenho que aprender a ser mais positiva.

— Comemore as pequenas vitórias diárias, a vida é feita muito mais delas do que dos grandes acontecimentos. — Vandella diz, juntando-se à conversa.

— Acho que eu precisava ouvir isso. — Catherine sorri para Vandella.

— Quando eu era mais nova, chamei a minha mãe pra brincar de esconde-esconde comigo e ela colocou todos os funcionários para nos procurar, mas eu tinha me escondido em cima de uma palmeira artificial e quando o jardineiro passou eu pulei em cima dele e ele ficou internado por um bom tempo. Eu também coloquei muita pressão em mim mesma, mas a minha mãe disse que essas coisas acontecem. — Violette diz, abraçando Catherine com força.

— Obrigada pelo apoio, eu acho... — Fez uma expressão confusa. — Violette, eu sei que nós não temos tanta intimidade, mas será que você poderia me emprestar alguns cosméticos?

Os alto-falantes soam com a voz de Aurora. — Chega de moleza, competidores! Quero todos na sala de estar, agora! — Os alto-falantes param e todos deixam seus quartos e vão para a sala de estar.

Todos chegam na sala de estar e encontram a sala que só ficou aberta durante a seção de histórias da Aurora com as portas escancaradas. Todos entram com curiosidade e Aurora aparece sentada em seu trono feito de peles de animais com um gorro, e quando se dão conta, a lareira ao seu lado estava decorada com enfeites natalinos.

— Esses pisca-pisca não são os mesmos que o Toddy trouxe do porão com essas quinquilharias? — Ela coloca o dedo no queixo com uma expressão confusa.

 — Eu estava guardando para uma ocasião especial, mas como vocês são bisbilhoteiros foi inevitável. O desafio de hoje é: uma caça a pinhata natalina.

— Como isso funciona? — Damian pergunta.

— Vocês terão que procurar pistas espalhadas pelo castelo para que possam encontrar um “tesouro”, que no caso é a pinhata natalina. Quem trouxer os doces primeiro até mim terá acesso livre no spa do castelo e terá direito a dois acompanhantes, sendo paparicados, comendo coisas finas e tendo acesso aos produtos de mais alta qualidade até o próximo desafio.

— E desde quando existe “pinhata natalina”? Não seria pinha? — Penny coloca a mão na cintura.

— A Penny está certa! — May afirma. — A pinhata é uma tradição ibérica, você está a confundindo com o pinheiro-do-canadá.

 — Eu não estou confundindo nada, queridinha! É uma pinhata mesmo, uma panela recheada de doces e totalmente coberta por papel crepom, a diferença é que vocês não precisarão estarem vendados para tentar quebrá-la. — Aurora afirma, olhando para May.

— Em outras palavras, é só uma caça ao tesouro com o nome alterado. — Troye cruza os braços.

— Meh... Boa sorte a todos!

No escritório de Aurora — Todo mundo sabe que não tem nada melhor do que enrolar o público com um especial de natal, é isso que dá audiência! — Ela dá um gole na xícara de chá. — Cada passo que eles dão de um lado para o outro que nem uma barata tonta é uma nota caindo na minha conta bancária. — Aurora cruza os pés na mesa e o confessionário acaba.

— Já que o vencedor terá direito a dois acompanhantes, o que você acha de nós fazermos o desafio juntas? — Violette pergunta, e quando abre os olhos se dá conta que Vicky não está lá. — Vicky! Amiga! Você está brincando de esconde-esconde?

No confessionário — A Violette é um estorvo, mesmo sob minha assistência ela ia dar um jeito de nos atrapalhar, por isso, eu vou vencer o desafio sozinha! E eu não esqueci o que a Rocky fez, ela ainda vai ver o que é bom pra tosse. — Vicky cruza os braços e o confessionário acaba.

— Posso procurar a pinhata com vocês? — Violette pergunta, aproximando-se dos Golfinhos e Penny. — Como a Vicky desapareceu misteriosamente, nós poderíamos voltar a ser As Flores Astutas! — Ela diz, batendo palmas.

— Violette, isso foi um agrupamento temporário... — May responde, colocando a mão na testa.

Catherine cochicha para May.

— Você pode procurar a pinhata conosco, mas se a Vicky aparecer, você não vai poder ir junto com ela. Tudo bem quanto à isso? — Catherine pergunta e Violette acena com a cabeça.

A cena muda para o jardim.

— Aquela é uma das pistas que a Aurora falou? — Damian pergunta, apontando para a mesa do gazebo.

— Ela nem se deu o trabalho de colocar em um lugar menos visível... — Luke diz, tirando o envelope da mesa. — “Dou-te um bom conselho, que deves sempre seguir, aconselho-te a ler, e à biblioteca ir. Das muitas prateleiras, que podes escolher, a literatura é a melhor, que tu podes ler.”, Cristiana Tamborino Ribeiro.

— Ou seja, a próxima pista está na biblioteca. — Damian comenta. — Vocês não acham estranho que nós também fomos procurar as peças de Rá na biblioteca? Acho que a Aurora está aprontando alguma coisa...

— Não foi por falta de aviso, a Lizzie vivia dizendo que ela pegava os clichês da internet. — Luke diz, colocando o envelope de volta na mesa.

A cena muda para a tubulação.

— Velha imunda! Cretina! — Vicky grita, dando um soco na parede. — Eu não consigo rastrear a pinhata com o celular de jeito nenhum...

No confessionário — Quem não tem cão, caça como gato! — O confessionário acaba, com Vicky rindo de um jeito maléfico.

A cena muda para as Flores, que entram com pressa na sala de simulação.

— Vejam! — Rocky aponta para o projetor. — Tem um envelope ali.

— Mas como nós vamos alcançar? — Violette pergunta com preocupação.

O tremor do soco que Vicky deu na tubulação chega até o projetor e faz com que o envelope caia.

May e Catherine dividem o mesmo confessionário. — Às vezes eu acho que o Universo conspira ao nosso favor, porque dessa vez até eu fui surpreendida!  — May sorri e faz um gesto de vitória com seus braços, terminando o confessionário que corta para o de Catherine.

— Acho que essa é a recompensa do Papai Noel por termos sido bons competidores desde o começo. — O confessionário acaba enquanto Catherine sorri.

— Vamos ver... — Troye abre o envelope e começa a ler em voz alta. — “Da escuridão surge a luz, que a esperança traz e renova. Da escuridão surge a luz, nesta bela visão da lua nova. Da escuridão surge a luz, que me faz sonhar nesta alcova. Da escuridão surge a luz, toda vez que o brilho do teu olhar me aprova.”, Josselene Marques.

— Alcova? — May pergunta, confusa. — Isso quer dizer que a pinhata está escondida em um dos quartos?

— A escuridão que é mencionada deve se referir ao porão. — Rocky comenta. — Lá a nossa esperança se renova quando nós somos salvos pelos brioches, além de que, como nós somos obrigados a dormir lá, também pode ser considerado uma alcova. 

— O que é uma alcova? — Violette coloca a mão na cintura.

— Vamos! Nós temos que chegar no porão antes da ariranha! — Penny puxa Violette pelo cabelo.

A cena corta novamente para os Gorilas, que encontram a pista na biblioteca.

— Pelo menos o nosso esforço não foi em vão! — Damian abre o envelope e começa a ler. — “Nos dias que correm a ninguém é dado repousar a cabeça alheia ao terror. Os humildes baixam a cerviz; e nós, que não temos pacto algum com os senhores do mundo, por temor nos calamos.”, Eduardo Alves da Costa.

— Você entendeu alguma coisa, Vandella? O QUE?! — Luke se desespera e arregala os olhos. —  Vandella! Vandella!

— Ela sumiu? — Damian pergunta, surpreso.

As Flores chegam no porão, onde se deparam com Vicky, virada de costas em cima de quinquilharias com um envelope na mão.

 — Você estava junto com eles? — Vicky pergunta, revoltada. — Mas será possível que tudo que eu te falo entra por um ouvido e sai pelo outro?! 

— Mas, Vicky...

— Se você encostar um dedo sequer na Violette, eu te faço cuspir todas essas presas que você chama de dentes! — Rocky a interrompe, estressada, e se coloca na frente de Violette.

— Acabou de cavar a sua própria sepultura, e viva eu vou te enterrar. — Vicky afirma, olhando para Violette.

No confessionário — Eu não pretendo dispensar os serviços da Violette tão cedo. De qualquer jeito, eu só preciso fazer com que ela se sinta ameaçada pra brincar um pouco com aquele psicológico. — Vicky dá uma mordida em uma barra de cereais e o confessionário acaba.

— Então, o que faremos? — Troye pergunta. — Aquele provavelmente era o último envelope.

— Pode até ser, mas se o meu palpite estiver certo, eu sei exatamente aonde aquele envelope nos levará... — May comenta.

A cena pula para a entrada principal, onde as Flores chegam e May puxa para baixo o candelabro ao lado de Aurora, revelando a passagem secreta. Vandella se aproxima das Flores por trás.

— Vandella! — Catherine grita, mas rapidamente se recompõe.

— A Vicky chegou aqui antes de nós? — May pergunta com preocupação.

— Não. — Vandella responde, com sua expressão mórbida comum.

A cena muda para a biblioteca.

— O que vocês estão fazendo aqui?! — Vicky pergunta. — Vocês também encontraram o último envelope?

— Do que você está falando? Nós viemos pra cá por causa do primeiro envelope. — Luke responde.

— Não, não pode ser... — Vicky fala para si mesma.

A cena corta novamente para as Flores, com os doces da pinhata na direção da sala de estar.

— Pela estrada a fora, eu vou bem sozinha, levar esses doces para a vovozinha, a estrada é longa e o caminho é deserto, e o lobo mau passeia aqui por perto! — Violette canta enquanto carrega os doces.

— Gente, essa menina é doidinha... — Rocky diz, despertando risos de todos, apenas Vandella mantém sua expressão mórbida.

— E as Flores vencem! — Aurora anuncia, enquanto as Flores comemoravam. — Com prazer que lhes concedo a vitória nesse desafio natalino! 

Os Golfinhos são os grandes vencedores de hoje, e os outros seguiram o seu caminho. Vicky não quer nem olhar na cara de Violette, por enquanto. Não perca! DRAMA! TOTAL! O CASTELO ASSOMBRADO! 

A cena muda para o spa. Catherine e Penny são vistas recebendo massagem, logo depois, Catherine entra com Rocky na hidromassagem, e por último, é vista na manicure e pedicure com May. Ela pega a caixa de cosméticos de Violette e começa a maquiar cada uma.

De volta para a sala de estar.

— Uau, Catherine, May, Rocky, Penny! São vocês mesmas? — Damian pergunta e arregala os olhos.

— Chegamos pra colocar ordem nessa bagaça! — Penny coloca as mãos na cintura.

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